Os melhores imóveis em Condomínios Fechados de Jundiaí e Itupeva. Escolha mais que um lugar, escolha um estilo de vida!
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Ref-1822 - Imóvel à venda Jardim do Ribeirão I em Itupeva - SP
Conheça este novo imóvel à venda em Itupeva, região de Jundiaí - SP, Condomínio Fechado Jardim do Ribeirão I
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Conheça os dez principais cuidados para comprar um lote com segurança
Principais cuidados:
1° – O primeiro passo é verificar o histórico da empresa responsável pelo loteamento, pedir referências sobre os loteamentos lançados anteriormente e visitá-los.
2° – Escolher um bom empreendimento também depende de verificar sobre quais serviços essenciais estarão instalados, quem irá administrá-los e se o loteamento é fechado ou aberto.
3° – Visite o local que se deseja adquirir um lote é fundamental para conhecer a infraestrutura das ruas, iluminação, segurança e verificar a demarcação dos lotes.
4° – Confira no Registro de Imóveis o registro do loteamento, as licenças e a aprovação do projeto. É recomendável também verificar informações junto aos órgãos ambientais e prestadores de serviços públicos de água e luz. Sobre a obra, deve-se buscar a Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (AELO), que confere um “Selo de Regularidade de Aprovação” às obras regulares.
5° – Consulte o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) para verificar sobre a idoneidade da empresa corretora.
6° – Loteamentos irregulares não se preocupam muito com o futuro de seus recebimentos. Por isso, antes de concluir o negócio, deve-se verificar quem financia o parcelamento e qual documentação é exigida.
7° – Para efetuar o pagamento, o consumidor deve dar a entrada ou sinal com cheque nominal à empresa, além de exigir um recibo de sinal e um contrato que descreva de forma detalhada o empreendimento.
8° – É necessário olhar com atenção a documentação do lote. Caso o lote seja irregular a documentação irá denunciar se ele está instalado próximo a áreas de mananciais ou de proteção ambiental.
9° – Duvide dos preços baixíssimos, isso pode significar que o terreno está sendo colocado em nome de uma associação de moradores e uma quota irregular vendida.
10° – Uma das principais prioridades é verificar a matrícula individual do lote, que garante ao proprietário que aquilo não é fruto de uma ocupação irregular. Essa conferência pode evitar 95% dos problemas que podem ser descobertos com a compra de terrenos.
Fonte: ZAP
Por Elisângela Salles - Imobiliária Salles - Jundiaí - SP
Governo estuda aumento do limite do FGTS na casa própria
De olho no aumento do crédito para estimular o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a equipe econômica reabriu as discussões para aumentar de R$ 500 mil para R$ 750 mil o valor máximo dos imóveis que podem ser comprados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
O aumento do limite foi pedido por dirigentes de bancos privados ao ministro da Fazenda, Guido Mantega. O teto de R$ 500 mil ficou superado pela valorização dos imóveis nas grandes capitais principalmente São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, e é visto como uma forte restrição ao aumento do crédito imobiliário nos bancos privados.
O aumento do limite foi pedido por dirigentes de bancos privados ao ministro da Fazenda, Guido Mantega. O teto de R$ 500 mil ficou superado pela valorização dos imóveis nas grandes capitais principalmente São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, e é visto como uma forte restrição ao aumento do crédito imobiliário nos bancos privados.
Mantega pediu à área técnica do governo para fazer uma análise da proposta e do seu impacto sobre os recursos do FGTS e dos preços dos imóveis. Na área técnica, há uma grande preocupação com o risco de a medida se transformar num fator de pressão de alta dos preços dos imóveis. No início de dezembro, as construtoras pressionaram o governo para incluir a elevação do limite no pacote de medidas para a construção civil, mas a proposta foi vetada pelo Ministério da Fazenda. Mesmo depois do anúncio, que contou com a desoneração da folha de pagamentos da construção civil, o setor continuou pressionando o governo para fazer a mudança.
O aumento do teto do FGTS para a compra dos imóveis também pode ajudar os lançamentos imobiliários nas grandes cidades. O setor, após um grande volume de lançamentos, está com carteira menor, o que pode afetar negativamente o desempenho ao longo de 2013 e em 2014, último ano do governo Dilma Rousseff. Se não há grandes lançamentos em um ano, o seguinte fica fortemente afetado. E, como o setor é importante para o investimento e o emprego, há urgência para que os projetos congelados em 2012, por conta da desaceleração da economia, saiam agora da gaveta.
Fonte: LugarCerto
Por Elisângela Salles - Imobiliária Salles - Jundiaí - Itupeva - SP.
sábado, 20 de outubro de 2012
Saiba o que observar para amortizar o financiamento imobiliário
A concorrência bancária começa a chegar aos financiamentos imobiliários. Essas operações, que já chegaram a ter taxas acima de 12%, hoje podem ser encontradas a um custo efetivo total de 7,9%. Por isso, nada de fechar uma operação com o primeiro agente financeiro. Também nesta seara é preciso pesquisar.
Na verdade, contratar um financiamento imobiliário exige paciência para muita pesquisa. Pois, como são operações de longo prazo, qualquer diferença no custo provoca um impacto significativo na renda das famílias.
Cada caso é um caso, mas há regras gerais que podem auxiliar na escolha do melhor modelo para você. Por exemplo, em mais de 90% dos casos, os financiamentos atuais são feitos pelo Sistema de Amortização Constante (SAC) e não pela Tabela Price.
Isso porque, na tabela price você paga prestações menores no início do financiamento, mas elas não amortizam o saldo devedor. Esta amortização só terá início a partir da metade do prazo do financiamento.
Segundo consultores financeiros, para entrar num financiamento imobiliário com mais segurança é necessário observar o valor da entrada. O melhor, segundo eles, é financiar apenas 50%, ou seja, ter pelo menos a metade do valor do imóvel como entrada. Mas a média no mercado é de operações com entradas que variam de 30 a 40% do valor do imóvel.
Quanto maior o valor da entrada, menor a taxa de juro cobrada porque o “risco” de o tomador do empréstimo não conseguir honrar a dívida é menor.
Mas essas são regras gerais, é claro que há condições específicas que devem ser avaliadas. Por exemplo, se você não tem filhos, não tem dívidas e nenhuma obrigação financeira pode sim entrar num financiamento com um valor bem menor de entrada. Afinal, sua renda disponível é maior do que uma família com crianças e que tenha outros endividamentos como automóveis.
O casal Lucas e Ludmila, de Salvador, quer amortizar a dívida, mas eles têm dúvidas se fazem abatendo no valor das prestações ou no prazo do financiamento.
A regra diz que quanto menor o prazo, menos juros você paga. Mas é necessário avaliar caso a caso. A prestação do financiamento de Lucas e Ludmila está consumindo uma parcela muito alta da renda da família. Neste caso, reduzir o valor da parcela passa a ter um peso importante na hora da decisão.
Para saber como amortizar o seu financiamento imobiliário, você deverá levar em conta as seguintes variáveis:
- Taxa de juro embutida;
- Prazo restante do financiamento;
- Sua idade (ela influencia no preço do seguro);
- Sistema de amortização;
- Saldo devedor.
Fonte: Jornal da Globo (por Mara Luquet)
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Local:
Jundiaí - São Paulo, Brasil
Financiamento de móveis e eletrodomésticos é a nova vedete entre os bancos
Com o crescimento do mercado imobiliário nos últimos anos e a popularização do programa federal Minha Casa, Minha Vida, os setores de móveis, eletrodomésticos e até eletrônicos pegaram carona na alta e também viram a demanda aumentar.
E, de olho nesta fatia do mercado, os bancos não perderam tempo e lançaram cartões específicos para o financiamento de produtos destes segmentos.
Desde o dia 1º deste mês, a Caixa Econômica Federal comercializa o Moveiscard, um cartão para financiamento de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos e que pode ser utilizado em diversas lojas credenciadas em todo o país.
O cartão financia até 100% do bem a ser adquirido, com prazo de até 60 meses, sendo dois meses de utilização e 58 meses de amortização, com taxas de juros que variam de 0,90% a 1,80% ao mês.
Para ter acesso ao Moveiscard, o interessado deve se dirigir a uma agência da Caixa e apresentar documento de identidade, CPF, comprovante de renda e endereço. A utilização dos recursos será feita por meio de um cartão e o pagamento das prestações será em débito em conta.
Já o Itaú Unibanco, desde 2011, oferece a seus clientes o Construshop, o plástico financia até R$ 300 mil e pode ser usado para pagar qualquer item adquirido em estabelecimentos de construção, móveis e decoração que aceitem Mastercard Débito.
A instituição financeira dispõe do serviço, porém, apenas para correntistas, que têm até seis meses para fazer suas compras. Nesse período, serão cobrados somente os juros das compras realizadas. Após esse prazo, são até 54 meses para pagar. As taxas são a partir 2,39% ao mês, sem cobrança de tarifas.
O banco ainda informa, por meio da sua assessoria, que caso seja necessário um novo limite, o cliente poderá contratar outro financiamento e utilizar o mesmo cartão, uma vez que o serviço tem uma validade de cinco anos.
Em busca desse novo nicho, o Banco do Brasil conta com o cartão Ourocard Crediário, que oferece vantagens como o parcelamento em até 48 vezes das compras realizadas diretamente nas lojas, sem impactar o limite do cartão de crédito.
Uma das exigências do banco estatal, que permite comprar qualquer tipo de bem e serviço, exceto veículos, é que o débito das parcelas ocorra diretamente na conta corrente. Os juros variam de 1,88% a 1,95% ao mês, dependendo do número de parcelas.
Os bancos Santander e Bradesco não contam com nenhum serviço similar, enquanto o HSBC não respondeu até o encerramento desta reportagem.
Fonte: zap imoveis
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Local:
Jundiaí - São Paulo, Brasil
terça-feira, 17 de julho de 2012
Vida econômica da cidade cresce
Há mais de 35 mil empregos diretos e conta com ajuda de 13 cidades vizinhas para manter boa economia
O setor responsável por 22% dos empregos formais de Jundiaí, segundo dados da ACE (Associação Comercial Empresarial) de Jundiaí, conta com ajuda de 13 cidades vizinhas para ser um dos principais motores da economia local.
Pessoas de Várzea Paulista, Campo Limpo, Itatiba, Itupeva, Louveira, Franco da Rocha, Jarinú, Caieiras, Cabreúva, Vinhedo, Francisco Morato, Cajamar e Valinhos são consumidores ativos da cidade. “Tudo que eu preciso comprar venho para Jundiaí. Tem mais opção e preços melhores”, diz o soldador José Cassiano de Souza, 50 anos, morador de Várzea . Despesas que vão desde vestuário até eletrodomésticos são feitas no comércio do Centro daqui. Para mim é muito mais fácil e barato vir a Jundiaí do que a São Paulo ou Campinas ou comprar em Várzea”.
Ricardo Diniz, presidente da ACE, afirma que a cidade é polo de referência da região pela diversidade de empreendimentos e qualidade nos serviços. “Os comerciantes conseguiram chegar a nível do que era oferecido em São Paulo e Campinas, cidades pra onde o pessoal migrava para consumir e isso também chama quem é de fora”.
Edison Maltoni, presidente do Sincomércio ( Sindicato do Comércio Varejista de Jundiaí) tem a mesma opinião, além disso, ele ressalta o fato de Jundiaí ser o município que as cidades vizinhas buscam emprego.
Com a chegada do Jundiaí Shopping, que será inaugurado no dia 3 de outubro, pelo menos 3,5 mil postos de empregos devem ser gerados. Porém, Maltoni faz ressalva à chegada desses novos pontos. Além do Jundiaí Shopping, outro centro comercial deve ser erguido na área da antiga Duratex. “É preciso pensar nos impactos desde trânsito até empregos. O comércio de rua chega a perder funcionários para os shoppings que depois pedem para voltar, porque apesar de ganhar mais, trabalha-se mais”, afirma.
Já Diniz enxerga os shoppings como oportunidades de fortalecimento no comércio local. Só no Maxi Shopping, 30% do público é proveniente das 13 cidades da região citadas no começo da reportagem. “Esse tipo de empreendimento atrai ainda mais gente para Jundiaí. Os comerciantes atentos podem investir nesse público, que além de passear no shopping vai conhecer a cidade, é uma oportunidade”.
Lojistas / Não é só consumidores que Jundiaí atrai. Pessoas residentes em outras cidades como a empresária Marily Egídio, 43 anos, escolheram a cidade para montar seu ponto comercial.
Marily é paulistana e há 12 anos tem uma loja de roupas na Vila Arens. “Eu trabalhava como designer de interiores e acabei querendo trabalhar com Moda, como já conhecia Jundiaí acabei vendo a cidade como uma boa oportunidade para abrir meu próprio negócio”, acrescenta a empreendedora.
Ela acredita que a chegada dos shoppings é a oportunidade para os comerciantes de rua investirem da fidelização de seus clientes e oferecerem atendimento diferenciado. “Se você não se mexer para tornar sua loja um espaço agradável e com novidades, os shoppings nos engolem. É preciso sempre pensar diferente”, finaliza.
Conheça como surgiu o Dia do Comerciante
O Dia do Comerciante foi instituído pelo presidente do Senado, João Café Filho, em 26 de outubro de 1953. Uma homenagem ao comércio, comemorada no dia em que nasceu o Visconde de Cayru, título de José da Silva Lisboa. Figura histórica, o político baiano exerceu grande influência junto ao regente português Dom João 6º para que fossem abertos os portos brasileiros ao comércio com as “nações amigas”, em 1808.
Fonte: rede bom dia - KADIJA RODRIGUES / LARISSA QUINTINO
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Wet'n Wild esquenta águas para funcionar ano todo
O tempo vai esquentar no parque aquático Wet'n Wild, em Itupeva. O empreendimento, que durante 13 anos suspendia suas atividades entre os meses de maio e agosto, passa agora a operar o ano inteiro.
A Hot Land, área com 2.000 metros quadrados, ganhou cobertura retrátil e piscinas aquecidas para garantir diversão faça chuva ou sol. A área engloba a atração Mega Water Play, com quatro piscinas de hidromassagem e a Suntan Lagoon.
Em situações de frio e chuva, a cobertura de 14 metros é acionada. Durante os dias ensolarados, a estrutura se abre e permite aos usuários tomar sol nas piscinas ou em decks de madeira. Já será possível conferir todas as novidades neste sábado, dia 26.
Os 7 milhões de litros de água tratada e filtrada, responsáveis por abastecer as 23 atrações, serão aquecidos por dois sistemas diferentes. Na área retrátil, com 500 mil litros, o aquecimento será a gás. O restante dos 6,5 milhões de litros será aquecido via queima de pellets de madeira, combustível totalmente renovável.
Com sistema de aquecimento, que será utilizado nos períodos de baixa temperatura, a água de todo o parque poderá chegar a 32°C. "A abertura do Wet'n Wild o ano inteiro é um presente ao nosso público, que não vai mais precisar consultar a previsão do tempo para nos visitar e se divertir nas nossas atrações. Aliás, nos períodos de frio esta passa a ser uma das atrações mais gostosas para se aproveitar de maneira diferente e agradável", diz Alain Baldacci, presidente do Wet'n Wild.
Para que o público conheça a novidade, o parque estará com promoção para os dias 26 e 27. Na compra de um ingresso, o segundo é grátis. As entradas podem ser adquiridas nas bilheterias, por R$ 78, ou na Wetshop (www.wetnwild.com.br), por três parcelas de R$ 17,90.
Fonte: dgabc.com.br
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Local:
Jundiaí - São Paulo, Brasil
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